TUDO É JAZZ CHEGA MAIS UMA VEZ EM BH COM TRIBUTOS A RAY CHARLES E PIXINGUINHA

Apresentado pela Gerdau, tradicional evento de jazz volta a acontecer no MM Gerdau, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, reunindo programação musical e exposição gratuitas a partir de 19 de julho

Mais uma vez, Belo Horizonte será palco do Tudo é Jazz, evento pioneiro do gênero em Minas Gerais e um dos maiores do país, apresentado pela Gerdau. Em sua 22ª edição, o festival homenageará os geniais Ray Charles e Pixinguinha e acontecerá de 19 a 28 de julho, com programação musical totalmente gratuita nos dias 19 (sexta-feira), 20 (sábado) e 21 (domingo). Dessa vez, os shows acontecerão ao ar livre, no Beco do Drummond (Praça Carlos Drummond de Andrade), na lateral do MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal. “A mudança promete tornar a experiência ainda mais agradável e acolher o público para curtir os espetáculos diretamente na Praça da Liberdade”, explica Rud Carvalho, diretor geral do festival.

EXPOSIÇÃO

A cada edição, o Tudo é Jazz é ilustrado com uma exposição artística e, este ano, trará desenhos e rabiscos de autoria do artista e estilista Ronaldo Fraga, retratando os homenageados, que poderá ser visitada de 19 a 28 de julho, no segundo andar do MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal. “Todas as minhas criações partem do caderno de desenho. Sou um ser analógico. Amo essa coisa do rabisco e do desenho. Desde o primeiro momento que foi proposto e aceito pela direção do Tudo é Jazz que o encontro deste ano fosse entre esses dois gênios da música internacional e brasileira, eu comecei a rabiscar e a desenhar os dois sem compromisso algum. O resultado dessa catarse estará na exposição”, comenta o artista, responsável também pela direção artística do festival, assinando a identidade visual das peças gráficas e a cenografia da exposição itinerante e dos palcos da capital mineira e de Ouro Preto, além de Congonhas, Ouro Branco e Itabirito, por onde o evento também será apresentado. Neste ano, a curadoria do Tudo é Jazz é do pianista, compositor e arranjador Gustavo Figueiredo e a direção geral do produtor cultural, Rud Carvalho, da New View Entretenimento e Comunicação. Em Belo Horizonte, o Festival Internacional de Jazz de Ouro Preto – Tudo é Jazz é realizado com patrocínio da Gerdau e da Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. O festival conta ainda com apoio do MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal, que possui o patrocínio da Gerdau, e da CBMM. Possui também patrocínio da Brasilcap e do Farid Supermercados, pela Lei Rouanet.

PROGRAMAÇÃO MUSICAL

Batizado “Festival Internacional de Jazz de Ouro Preto – Tudo é Jazz”, o evento acontecia sempre na sua cidade de origem, mas depois da pandemia, cresceu e expandiu para cidades do interior, com o objetivo de democratizar esse gênero musical. E, para alcançá-lo, mescla o jazz a outros estilos de músicas mais elaboradas que atraem novos públicos, principalmente fora de BH e Ouro Preto, onde a cultura do jazz é mais conhecida. “O festival promove o intercâmbio entre os mais variados estilos de jazz do Brasil e do mundo e, com o passar dos anos, veio agregando uma pluralidade sonora, sempre com o jazz como fio condutor”, ratifica Rud Carvalho, diretor do Tudo é Jazz. A primeira apresentação musical será no dia 19 de julho, às 20 horas, e surpreenderá o público com o menino prodígio, Chrystian Félix, 16 anos. Autodidata em vários instrumentos – piano, flauta doce, bateria, baixo e guitarra – ele se apresentará ao piano, quando mostrará a potencialidade do seu talento, desenvolvido a partir de aplicativos e tutoriais que ensinam notas musicais e partituras.

Em seguida, o contrabaixista, arranjador e compositor Ney Conceição assume o palco às 20h30, para um show de baixo solo, onde percorrerá clássicos da música brasileira e americana, além de composições autorais. Na apresentação, contará com participação especial do pianista Gustavo Figueiredo. Paraense, radicado no Rio de Janeiro, Ney Conceição já trabalhou com grandes artistas da música brasileira como Bezerra da Silva, Leny Andrade, João Donato, Zé Keti, Ivone Lara, Jane Duboc, Elza Soares, João Bôsco, João Nogueira, Gilberto Gil e Caetano Veloso, dentre outros. Apresentou-se também no exterior, acompanhando artistas como Sebastião Tapajós (Argentina e Espanha), Cláudio Dauelsberg (Portugal, Suécia e Suíça) e Robertinho Silva (EUA).

Encerrando a noite, às 21h15, a banda Happy Feet, formada por Thaís Moreira (vocal), Marcelo Costa (trompete e voz), Fred Natalino (piano), Yan Vasconcellos (contrabaixo) e Bo Hilbert (bateria), levará a energia e o clima do jazz e da música popular americana em um tributo memorável ao genial Ray Charles, considerado o pioneiro da soul music, blues e jazz do mundo. No sábado, dia 20, a programação começa às 19horas com show de Thamiris Cunha, clarinetista mineira e uma das maiores referências da música instrumental brasileira em BH, e a violonista, cavaquinista e compositora, Bia Nascimento. O duo propõe um formato atraente para a linguagem do choro com clarineta e violão seis cordas com uma vasta exploração sonora. Com o conceito de improvisação livre, busca uma linguagem desconstruída do choro para brincar e criar com os sons. O repertório reúne clássicos como Carioquinha e Santa Morena, mas busca inovar com as compositoras mulheres no choro. Logo após, o percussionista e baterista Eduardo Cubano Espasande se apresenta às 19h45, com o pianista também cubano, Hanser Ferrer, e o baixista colombiano, Gustavo Martines, formando o Trio Latin Jazz. Na seleção musical escolhida, uma diversidade de gêneros latinos como rumba, salsa, bolero, e mambo, que transitam entre os clássicos cubanos e o jazz moderno, vão empolgar a plateia.

A programação de domingo será aberta às 17 horas com o trompetista, arranjador e compositor Marco Lima, que fascina a plateia com a condução do seu instrumento e sua performance jazzística. Por fim, às 17h45, o tributo à Pixinguinha – considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira e que contribuiu diretamente para que o choro encontrasse uma forma musical definitiva – será executado pelo percussionista mineiro Tulio Araújo, reconhecido internacionalmente e que se destaca pela irreverência e criatividade no pandeiro. No show, Tulio estará acompanhado por Evan Megaro no piano, Rafael de Sousa no baixo acústico, Bruno Teixeira na flauta e Bernardo Fabris no sax alto. Com essa formação diferenciada, os músicos farão um paralelo entre o choro e o jazz, fechando com chave de ouro a parte musical do evento na capital, que seguirá com a exposição no MMGerdau até o dia 28 de julho.

QUEM FOI PIXINGUINHA

Alfredo da Rocha Viana Filho, mais conhecido como Pixinguinha, foi compositor, arranjador, flautista e saxofonista brasileiro. Nasceu na cidade do Rio de Janeiro (RJ) em 23 de abril de 1897 e, em 1964, no dia do seu aniversário, o governo brasileiro instituiu o “Dia Nacional do Choro” como forma de homenageá-lo. Pixinguinha é considerando uma das maiores figuras do choro e da música brasileira.

QUEM FOI RAY CHARLES

Ray Charles Robinson (1930-2004) foi um pianista, cantor e compositor norte-americano, uma das personalidades mais relevantes do soul, blues e jazz no século XX e considerado um dos
cantores mais icônicos e influentes da história. Nasceu em Albany, uma pequena cidade do estado da Geórgia, nos Estados Unidos, no dia 23 de setembro de 1930, e ainda pequeno mudou-se com a família para Greennville, na Flórida. Aos sete anos, perdeu a visão.

SOBRE O TUDO É JAZZ

O Festival Internacional de Jazz de Ouro Preto – Tudo é Jazz é um evento artístico-cultural de música que, até a pandemia, acontecia anualmente, na cidade de Ouro Preto, Minas Gerais. Desde 2022, quando completou 20 anos, expandiu sua programação para Belo Horizonte e outros municípios do interior mineiro. Neste ano de 2024, serão contempladas as cidades de Congonhas, Ouro Branco, Itabirito, além de Ouro Preto e a capital do Estado. O Festival promove intercâmbio entre os mais variados estilos de jazz do Brasil e do mundo e já trouxe para o Brasil mais de 1.600 músicos que se apresentaram em teatros, praças públicas, cortejos, workshops e pocket shows. O Tudo é Jazz reúne a tradição e a inovação, conectando artistas de gerações e nacionalidades distintas, levando ao público o que há de mais relevante na música produzida atualmente, não apenas no Brasil, mas também em outras partes do mundo. O urbano, o clássico e o contemporâneo se encontram neste espaço marcado pela pluralidade sonora onde o jazz é o fio condutor.

SOBRE A GERDAU

Com 123 anos de história, a Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. Além disso, possui uma divisão de novos negócios, a Gerdau Next, com o objetivo de empreender em segmentos adjacentes ao aço.

Com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, a companhia está presente em vários países e conta com mais de 30 mil colaboradores diretos em todas as suas operações. Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: 71% do aço que produz é feito a partir desse material. Todo ano, 11 milhões de toneladas de sucata são transformadas em diversos produtos de aço.

A companhia também é a maior produtora de carvão vegetal do mundo, com mais de 250 mil hectares de base florestal no estado de Minas Gerais. Como resultado de sua matriz produtiva sustentável, a Gerdau possui, atualmente, uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂e), de 0,86 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global do setor, de 1,91 t de CO₂e por tonelada de aço (worldsteel). Para 2031, a meta da Gerdau é diminuir as emissões de carbono para 0,82 t de CO₂e por tonelada de aço. As ações da Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (B3) e Iorque (NYSE).

SOBRE O MM GERDAU – MUSEU DAS MINAS E DO METAL

Aberto ao público desde 22 de junho de 2010, o MM Gerdau se consolidou como uma instituição reconhecida no setor cultural do país. Já são mais de 1 milhão e 600 mil pessoas que visitaram o Museu neste período, com acesso gratuito e informações acessíveis sobre os patrimônios cultual e geológico de Minas Geais e do Brasil. É um museu de ciência e tecnologia que conta a história da mineração e da metalurgia por meio de personagens históricos e fictícios, de maneira lúdica e interativa.

Ele abriga importante patrimônio geológico do país, oriundo do extinto museu municipal “Museu de Mineralogia Professor Djalma Guimarães”, com cerca de 4 mil amostras minerais, além de duas coleções particulares, de dois renomados e já falecidos colecionadores, Manfredo Kayser e Luiz Menizes, com cerca de 1,5 mil amostras minerais brasileiras.

O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal está localizado no histórico Prédio Rosa, na Praça da Liberdade. É financiado via Lei Federal de Incentivo à Cultura, possui o patrocínio da Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo, apoio da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) e integra o Circuito Liberdade, complexo cultual sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo.

Em 2024, o MM Gerdau passou a integrar a Rota das Artes, ação do Governo de Minas que objetiva o desenvolvimento econômico e geração de empregos nas cidades da região dos Inconfidentes, abrangendo oito cidades: Belo Horizonte, São Joaquim de Bicas, Igarapé, Brumadinho, Congonhas, Ouro Branco, Ouro Preto e Mariana.

SOBRE A CEMIG

A Cemig é a maior incentivadora da cultura em Minas Gerais e uma das maiores do país. Ao longo de sua história, a empresa reforça o seu compromisso em patrocinar as expressões artísticas existentes no estado, de maneira a abraçar e acolher a cultura mineira em toda a sua diversidade. Os projetos e atrações patrocinados pela Cemig têm o objetivo de beneficiar o maior número de pessoas, nas diferentes regiões do estado, promovendo a democratização do acesso às práticas culturais. Ao investir, incentivar e impulsionar o crescimento do setor cultural em Minas Gerais, a Cemig contribui para dar vida à arte, refletindo o posicionamento da Companhia em ser uma indutora do desenvolvimento social e econômico de Minas Gerais.

SOBRE A BRASILCAP

Desde 1995, a Brasilcap já distribuiu mais de R$ 2,3 bilhões em prêmios, que abrangem aproximadamente 700 mil títulos contemplados. Atualmente, a Companhia conta com mais de 2,1 milhões de clientes e um portfólio diferenciado de soluções de capitalização.

Como referência de mercado, a Brasilcap entende que é seu papel transformar a realidade da sociedade. Por isso, a Companhia incentiva projetos socioambientais, educacionais e esportivos, e de desenvolvimento, divulgação e preservação da cultura brasileira, tanto por meio das leis de incentivo como de forma direta.

SOBRE O FARID SUPERMERCADOS

A história do Farid começou há 92 anos com uma pequena alfaiataria em Itabirito. Hoje, a empresa cresceu e conta com 7 lojas de Supermercados, nas cidades de Itabirito, Ouro Preto, Mariana e Congonhas, 1 Home Center e 1 Magazine, em Itabirito. O Farid Varejo se dedica a levar cada vez mais qualidade e variedade para outras cidades do estado de Minas Gerais, mantendo o compromisso de sempre oferecer o melhor aos seus clientes.

Mais informações no site: www.tudoejazz.com
Instagram: @tudoejazz

FESTIVAL TUDO É JAZZ 2024

Exposição “Ray Pixinguinha” – de 19 a 28 de julho.
Local: MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal – Andar do Metal (segundo piso) – Praça da
Liberdade, 680 – Gratuito
Programação musical (gratuita)

Local: Beco do Drummond (Praça Carlos Drummond de Andrade), na lateral do MM
Gerdau.

19/07 (Sexta-feira)
● 20h – Chrystian Félix
● 20h30 – Ney Conceição Solo
● 21h15 – Tributo a Ray Charles – Banda Happy Feet

20/07 (Sábado)
● 19h – Duo Thamiris Cunha e Bia Nascimento
● 19h45 – Eduardo Cubano – Trio Latin Jazz

21/07 (Domingo)
● 17h – Marco Lima (Trompete)
● 17h45 – Tributo a Pixinguinha – Tulio Araújo e banda

19/07/2024, sexta-feira 20h, 20h30 e 21h15
20/07/2024, sábado 19h, 19h45
21/07/2024, domingo 17h e 17h45
Local:MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal
Tipo: Ações presenciais

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