Festival Hors Pistes Brasil – A Ecologia das Imagens

“Festival Hors Pistes Brasil – A Ecologia das Imagens”

O festival apresenta obras visuais internacionais que exploram o mundo em que vivemos, destacando a interação, cada vez maior, entre o cinema e outras áreas artísticas. Artistas renomados e emergentes se unem no que é a criação mais inovadora da atualidade. Durante a exposição artistas mineiros de vídeo arte serão convidados para apresentarem obras que dialogam com o propósito da mostra.

Serão expostos seis filmes de cinco artistas. Em “Haptophilia” (2016), o artista Nicolas Gourault utiliza linguagens como fotogrametria, modelagem 3D e simulação física; Jacques Perconte, em “Le Tempestaire” (2020) e o lançamento Ouinze Mille (Pieds) (2021) com filme infinito; a série de vídeos inéditos Floralia (2021), de Sabrina Ratté; as animações em 3D “Cores” (2020), de Nicolas Sassoon & Rick Silva, e “Manono, Des écrans pour esthétiser la misére” (2019), de Seumboy Vrainom.

O tema A ecologia das Imagens propõe que todos questionem os possíveis significados entre o visível e o invisível envolvidos em toda a riqueza visual presente no cotidiano. As obras trazem interpretações dos seres humanos e sua tecnologia como testemunhas ou mesmo invasores sobre a questão ambiental. Bilhões de pessoas estão onipresentes no cenário digital, que se transforma em um ecossistema, e refletem sobre preocupações ecológicas e uma transformação mundial que já está acontecendo.

A curadora Géraldine Gomez explica que as imagens cinematográficas e digitais se entrelaçam, projetadas nas paredes, telas, sobre a água, uma membrana, imagens de diversos e que têm como elo a da observação do mundo. “A exposição oferece uma parada, uma brecha, um sopro suspenso da imagem: não aquela que vemos, mas aquela que falta. Não aquela que não teria sido filmada, mas aquela que pressagia uma cena ainda por vir, como os sacerdotes da antiguidade, que com a ponta de uma vara traçam um retângulo no céu e observam um sinal que surgiu”, reflete.

O Hors Pistes é um festival criado pelo Centre Pompidou em 2006. Está implantado desde a sua criação, no panorama nacional e internacional. Tóquio, Nova York, Málaga, Istambul, Londres, Veneza, Barcelona, ​​Tanger, Sydney, Reykjavík, Havana e Bruxelas são algumas das cidades que já receberam o festival.

Informações
Realização: Aliança Francesa
Concepção: Centro Pompidou

 

Vetor Vivo. Exposição do arquiteto João Diniz
(EXPOSIÇÃO ENCERRADA)

O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal apresenta VETOR VIVO, exposição do arquiteto João Diniz que traz projetos arquitetônicos e es.cult/trut.uras realizadas em aço compondo um conjunto de ideias espaciais, ao mesmo tempo habitáveis e artísticas.

As peças feitas em aço Gerdau foram concebidas de forma experimental e gestual através de maquetes em madeira, respondendo às geometrias poliédricas, que proporcionam a estabilidade dos volumes definida pela articulação geométrica das linhas e arestas.

Segundo João Diniz,

“as barras retilíneas ou vetores estruturais podem ganhar vida a partir da manipulação, ao mesmo tempo, racional e intuitiva do aço, o que permite realizar tanto esculturas lúdicas e imaginárias, quanto edifícios reais e duradouros”.

A exposição apresenta 10 es.cult/trut.uras recentes do arquiteto, além do vídeo com seus principais projetos com estruturas e materiais metálicos.

Visite a exposição Vetor Vivo no Google Arts&Culture.